Definitivamente a França não foi Brasil, Marselha não foi Belo Horizonte, Vélodrome não foi Mineirão. Na véspera do aniversário de dois anos do 7 a 1, os alemães até entraram no clima da brincadeira, mas voltarão para casa mais cedo do que o esperado. Há um grande responsável: Griezmann, craque da semifinal desta quinta-feira e autor dos dois gols da vitória francesa por 2 a 0 - o primeiro em pênalti infantil de Schweinsteiger, o segundo num raro vacilo de Neuer. A decisão será contra Portugal de Cristiano Ronaldo, domingo, às 16h (de Brasília), no Stade de France.


A Grande Paris receberá os donos da casa numa terceira grande final, depois da Eurocopa de 1984 (no Parque dos Príncipes, na capital) e da Copa do Mundo de 1998 (no Stade de France, em Saint-Denis). As duas terminaram com título francês, com vitórias sobre a Espanha (2 a 0) e Brasil (3 a 0). Portugal será a próxima vítima?